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Saúde financeira como fator motivacional para Resultados

Por acaso você já PERDEU algum FUNCIONÁRIO para as DÍVIDAS?
Ocorre que muitos veem o pedido de demissão, como o que vai SOLUCIONAR
o seu problema com as dívidas. Ledo engano. Na realidade pode estar
contraindo mais um problema, o de ficar desempregado! Na verdade, o
primeiro passo é a conscientização da real situação para mudá-la.

Pesquisas realizadas pelo Instituto Locomotiva, apontam que cerca de 55
milhões de pessoas não conseguem descansar o suficiente quando estão no
vermelho. Além do Instituto citado, vários estudos realizados em 2019 por
instituições, como a Internacional Stress Management e a empresa de
consultoria e auditoria PwC, apontam que para 59% dos trabalhadores, as
dívidas são a principal fonte de estresse, superando o emprego,
relacionamentos e saúde. (GOMEZ,N. Revista Você RH. 2020)

Na verdade, DEVER ou ter dívidas, não faz mal somente para o bolso! E se é
uma situação recorrente os impactos começam a dificultar a vida da pessoa em
todos os aspectos.

As tensões causadas geram uma série de consequências emocionais e
físicas como dores musculares, falta de atenção e aumento da ansiedade,
o que consequentemente gera baixa na produtividade no trabalho e
aumentam as chances de cometer erros. Ocorre o que chamamos de
“presenteísmo”. O colaborador está presente, mas a cabeça, o
pensamento, infelizmente não.

A pesquisa da PwC Employee Wellness Survey,2019 demonstra que a
preocupação dos trabalhadores com as dívidas tem aumentado nos últimos
anos, de 45% em 2016 para 59% em 2019. As tensões com as contas afetam
diretamente os profissionais e consequentemente, os RESULTADOS nos
NEGÓCIOS:

– Os entrevistados (78%) declaram que ficariam interessados em outra
empresa que se preocupasse mais com o bem estar-financeiro dos
colaboradores;
– 49% dizem passar 3 horas ou mais (semanalmente) do horário de expediente
pensando nas contas em atraso;
– 47% afirmam que as finanças são motivo de distração no trabalho;
– 49% dos empregados tem dificuldade de pagar as contas.
Os pesquisadores Hersey/Blanchard (1986) afirmam que os trabalhadores
horistas conseguiam manter seu emprego trabalhando com apenas 20 a 30%
de sua capacidade de produção. E que poderiam entregar de 80 a 90% se
estivessem altamente motivados.
Elisabete L. S. Carvalho
@financas_sustentaveis

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